sexta-feira , 21 de fevereiro de 2020
Aos Olhos De Beth Caomon

Hoje trouxe um texto muito interessante de MAX GEHRINGER. Você sabia que através de uma simples resposta é possível saber qual é a sua verdadeira vocação?

Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:

Você está olhando pela janela. Não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali...

Aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:

- Será que vai chover hoje???

Se você responder “com certeza” ... a sua área é Vendas. O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo;

Se a resposta for “sei lá”, estou pensando em outra coisa ... então a sua área é Marketing.

O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando;

Se você responder “sim, há uma boa probabilidade de chover” ... você é da área de Engenharia.

O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números;

Se a resposta for “depende” ... você nasceu para Recursos Humanos.

É uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos;

Se você responder “ah, a meteorologia disse que não” ... você é da área de Contabilidade.

O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos próprios olhos;

Se a resposta for “sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva” ... seu lugar é na área Financeira.

Eles devem estar sempre bem preparados para qualquer virada do tempo;

Agora, se você responder “não sei”, há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder “não sei” quando não sabe.

Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.

“Não sei” é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e predispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão.

Parece simples, mas responder “não sei” é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa.

- Por quê? ... Eu sinceramente “não sei”.

(MAX GEHRINGER)

E aí, deu para saber qual a sua vocação? Sem dúvida alguma a minha seria Marketing. Muito legal este texto!!!

Musa da Tuiuti faz ensaio no clima da ‘Tropicália’

Se o enredo que a Paraíso do Tuiuti escolheu na volta ao Grupo Especial vai render só notas 10, a gente só vai saber mesmo na Quarta-feira de Cinzas. Mas, no quesito musa, a escola que vai cantar a Tropicália na Sapucaí já sai na frente, digna de nota máxima. É que a estonteante Mylla Ribeiro, está no time que vai embelezar a passagem da escola pelo Sambódromo carioca.

Graças à agremiação, a gata conta que passou a conhecer mais sobre a corrente de vanguarda artística,que surgiu no fim da década de 1960 e contou com figurões como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Tom Zé, e acabou se fascinando pela história que o carnavalesco Jack Vasconcelos escolheu pra tentar o título.

A partir das informações que encontrou acerca da transformação cultural liderada pelos renomados músicos, ela resolveu posar para o Sambarazzo como se estivesse vivendo os tempos áureos do movimento.

– Sugeri o tema das fotos. Até me indicaram outros, mas preferi focar no tropicalismo. Eu amei o enredo, que é super colorido, divertido e vai ser muito bom pra escola. Já tinha ouvido falar, mas nunca parei pra pesquisar. Admiro muito pelos artistas. São grandes nomes, embora não sejam os que eu escuto sempre. O movimento foi uma revolução. É o enredo da escola e eu vou ter fotos pra postar até o Carnaval – brinca a loura, que tem 34 anos, foi mãe duas vezes e ainda assim ostenta um corpaço de deixar com inveja qualquer musa inspiradora das canções tropicalistas.

“Sempre tive corpo bonito”

Frequentadora da academia desde os 15 anos, Mylla não esconde o empenho em garantir a exibição de uma boa forma na Marquês de Sapucaí, onde já desfilou pela Acadêmicos do Cubango e pela Renascer de Jacarepaguá, como rainha de bateria. Da malhação, o principal instrumento pra esculpir o corpaço, ela não abriu mão nem durante os períodos de gestação.

– Malhei até o oitavo mês e foi super tranquilo. Sempre tive um corpo, modéstia à parte, muito bonito. Tenho uma alimentação restrita e perto do Carnaval, diminuo bastante o carboidrato, orientada pela nutricionista. Pra chegar na Avenida arrasando, também faço drenagem, botox, essas coisas todas… Gosto desse negócio de estar sempre bonita. Isso me faz bem – explica.

Talento pra música? Só embaixo do chuveiro!

Fã de cantores sertanejos que estão bombando nas rádios atualmente (como Marília Mendonça, por exemplo), Mylla é categórica ao declarar que o gogó não é seu forte. Ao posar pras fotos “tropicalientes”, usou o violão pra encobrir a nudez. Em casa, até arrisca uma ou outra notinha musical no chuveiro. E para por aí.

– Não tenho nenhum dom pra música. Gosto muito de dançar. Canto sertanejo o dia inteiro em casa e meus filhos (Nickolly e Enzo) ficam implorando pra eu parar. Canto muito alto – brinca a sambista, que já revelou acreditar que tem vocação pra televisão e até se inscreveu no “Big Brother Brasil”, da TV Globo.

Corpão violão… literalmente! Inspirada pela musicalidade da Tropicália, Mylla posou com o instrumento que o movimento substituiu pela guitarra elétrica, gerando protestos e até uma passeata liderada por ninguém menos que Elis Regina | Foto: Michele Iassanori/Sambarazzo.

Como se livrar de pensamentos que grudam na cabeça?

Uma prova malfeita, aquela briga com o namorado, a conta atrasada, os currículos enviados sem qualquer resposta, o TCC que precisa ser terminado, o problema de saúde, o vizinho que faz barulho a madrugada inteira... Poderíamos listar inúmeras coisas que perturbam a nossa mente e você sabe muito bem disso, assim como possivelmente sabe como é passar o dia todo com alguma coisa incômoda martelando a sua cabeça.

Nessas horas, dá vontade de tirar os pensamentos perturbadores com a mão, como se fossem uma espécie de pelo encravado, mas, infelizmente, não é assim que a coisa funciona. Pensamentos, quando grudam na mente, costumam ficar ali por algum tempo. Felizmente, parece haver uma maneira de lidar melhor com a situação – por que não aprender, então?

Kelly Marin, da Manhattan College, e Elena Rotondo, da University of Wisconsin, dedicam seus estudos a tentar entender esse processo que nos faz ruminar pensamentos. Na pesquisa que fizeram juntas, elas registraram toda experiência estressante que viveram ao longo de três dias, na tentativa de comprovar o quanto esses pensamentos insistentes prejudicam nossa vida de diversas maneiras.

Tem que respirar fundo.

De acordo com elas, o simples exercício de pensar racionalmente sobre eventos estressantes nos faz aprender a lidar melhor com eles e a mudar de comportamento diante do que nos desagrada por algum motivo. Analisar aquilo que nos tira do sério nos faz pensar em meios de evitar esse estresse, caso uma situação futura nos faça reagir de maneira agressiva. Trata-se de conversas saudáveis e realmente produtivas que podemos ter com a nossa própria consciência. Elas explicam que a ruminação envolve reflexão, autocrítica e emoções negativas – se você não suporta uma pessoa do seu trabalho, ainda que precise conviver diariamente com ela, é melhor encontrar uma forma de melhorar a situação do que ficar pensando, sempre e cada vez mais, no quanto essa pessoa incomoda a sua vida, porque quando isso acontece, você fica inundando sua mente de pensamentos negativos.

As pesquisadoras observaram que as pessoas que passaram pelo estudo também tinham queda de autoestima quando ficavam com algo negativo martelando em suas cabeças. Quando tinham que escrever sobre o que as fazia manter um pensamento negativo fixamente, essas pessoas ficavam mais angustiadas ainda.

Sistema complexo e desengajamento rápido

A questão é que dizer a si mesmo que não vale a pena pensar tanto em alguma coisa negativa é um exercício que só vai deixar você mais consciente disso que causa tanto incômodo. Já se sabe que quanto mais você tenta fugir de um pensamento, mais ele se gruda em sua mente – além do mais, os psicólogos Johns Hopkins Corbin Cunningham e Howard Egert já comprovaram, em 2016, que nossos recursos cognitivos são afetados quando tentamos suprimir um pensamento ou uma imagem.

O que se pode fazer, por outro lado, é ignorar esse pensamento ruminante. Por meio da técnica de “desengajamento rápido”, desenvolvida por esses dois últimos psicólogos citados, podemos “enganar” nossa mente simplesmente nos ocupando de alguma atividade que envolva aprendizagem, como ler um livro ou assistir a um documentário.

Outra forma de tirar um pensamento ruim da cabeça é meio paradoxal, mas também funciona: aceitar esses pensamentos negativos constantes. Essa técnica tem como base um experimento feito tanto na University of Nevada, por Sunjin Im, quanto por Victoria Follette, do Florida Institute of Technology.

Atenção plena

Nesse caso, um grupo de universitários teve que se lembrar de eventos estressantes que haviam acontecido em suas vidas recentemente. Além disso, eles responderam a uma série de perguntas cujo objetivo era avaliar a sua atenção plena e a tendência que tinham a desenvolver pensamentos ruminantes. Os resultados mostraram que as pessoas que se incomodavam mais com os fatos estressantes eram, de fato, as que ficavam pensando mais nesse evento. Os que tentavam limpar a mente desses pensamentos e aceitar o que havia acontecido, por outro lado, foram os que menos tinham pensamentos negativos constantes. Para os pesquisadores, isso nos mostra que aceitar o evento ruim e seguir a vida é algo que promove flexibilidade psicológica e que, por consequência, nos ajuda a tirar um pensamento ruim e constante da cabeça.

A dica, portanto, é aceitar seus pensamentos negativos e manter atenção plena no que diz respeito a viver seu momento presente. Pensar sobre o que está acontecendo agora nos ajuda a não focar no que houve no passado.

Dê uma chance aos trabalhos domésticos

Se você teve um péssimo dia no trabalho ou na faculdade, por exemplo, em vez de chegar em casa e ainda brigar com quem mora contigo ou se trancar no quarto para chorar em posição fetal, o melhor a fazer é se concentrar em alguma atividade doméstica e deixar os problemas do trabalho no passado, que é o lugar deles.

Se os pensamentos negativos insistirem em pulular em sua mente enquanto você lava a salada para o jantar e se você não conseguir ignorá-los, aceite que eles aparecerão de vez em quando e volte a prestar atenção na alface sendo lavada.

Fazer esse tipo de exercício mental é uma maneira de, aos poucos, neutralizar pensamentos negativos e aprender a vivenciar suas experiências, tanto as boas quanto as ruins, de forma produtiva.

POR EQUIPE MEGACURIOSO

Beth Caomon

Mineira e produtora, apaixonada por produção de TV (principalmente se for Antenados TV), cinema, marketing, revista e claro: Marketing!

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