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Público de restaurantes comunitários tem tempo de espera reduzido nas filas

Ampliação do número de caixas e de balcões de atendimento, além do cadastramento dos frequentadores, são medidas que favorecem o consumidor

 

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) tem investido em ações para reduzir as filas e tempo de espera de atendimento nos restaurantes comunitários. Entre as medidas, estão o aumento do número de caixas para venda das fichas das refeições e de balcões de atendimento, além do cadastramento dos frequentadores — que recebem um tíquete de identificação prévia.

Tempo de espera médio tem sido de pouco mais de 20 minutos nos restaurantes onde a medida já foi implementada | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
Tempo de espera médio tem sido de pouco mais de 20 minutos nos restaurantes onde a medida já foi implementada | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

“Nós acompanhamos diariamente junto às equipes dos restaurantes o andamento das filas para evitar que o tempo de espera seja maior que o normal para os frequentadores, mas é claro que a procura aumenta em dias de cardápios específicos, como na terça-feira, em que é servido o frango assado, e na sexta-feira, com a feijoada; por isso estamos implementando essas ações que vão qualificar o atendimento”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

Nas unidades em que a medida já foi implementada, como no restaurante de Sobradinho, o tempo de espera na fila é em média de 21 minutos, prazo dentro da Lei nº 2.529/2000, que estabelece o máximo de 30 minutos para o atendimento.  “A ideia é que o tempo de espera diminua gradualmente de acordo com o cadastramento e implementação do sistema”, complementa a secretária.

Atualmente, os restaurantes de Santa Maria, Itapoã, Paranoá e Sobradinho já possuem o tíquete implementado e em funcionamento. A meta é que todos os 18 restaurantes comunitários do Distrito Federal sejam contemplados com o sistema.

“É importante destacar que o cadastro não tem a finalidade de impor qualquer restrição ao cidadão que queira utilizar o restaurante comunitário; é uma medida que vai agilizar o atendimento, além de trazer mais segurança para a unidade, porque essa identificação inibe a entrada de pessoas que tenham objetivos diferentes que não sejam os de se alimentar”, resume a titular da Sedes-DF.

O aumento do número de caixas para venda das fichas das refeições e de balcões de atendimento também foi uma demanda identificada pelas equipes da Sedes-DF para qualificar o atendimento. “Como estamos implementando o tíquete, muitas pessoas ainda não sabem que têm que fornecer o CPF”, relata a diretora de Gestão de Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional da secretaria, Karen Moreno. “Muitas vezes, o cidadão chega na hora, vai procurar o CPF e isso acaba demorando um pouco”.

Combate à fome

Desde 2019, a Sedes-DF tem ampliado o alcance dos restaurantes para a população. Além da inauguração de quatro unidades, 15 dos 18 restaurantes passaram a servir as três refeições diárias: café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50), com abertura todos os dias, incluindo domingos e feriados.

A medida possibilitou a este Governo do Distrito Federal (GDF) oferecer 17 milhões de refeições nos restaurantes em 2025, o que contribuiu para o DF ficar em primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho de ações de combate à fome. “A procura com certeza aumentaria, por isso estamos atentos para sempre aprimorar o serviço”, pontua a secretária de Desenvolvimento Social. 

 

 

Por Agência Brasília, com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social | Edição: Chico Neto

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