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Cartilha ensina formas de acesso da população a serviços da DPDF

Material explica o funcionamento de projetos, como o Trilhas de Atendimento, em linguagem simples e acessível à população

 

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), por meio da Escola de Assistência Jurídica (Easjur/DPDF), lançou a quarta edição do Roteiros de Conhecimento nesta segunda-feira (21). O material apresenta o acesso e o funcionamento da instituição de forma dinâmica e simples, por meio de diversas cartilhas produzidas pela DPDF em colaboração com defensores públicos, servidores e parceiros, além de produtos e projetos oferecidos.

A lista de cartilhas aborda temas como formas de acesso à Defensoria Pública, educação para a vida adulta, mediação e cultura de paz, Direito de Família, relações de consumo, entre outros. A nova edição traz informações sobre a recém-lançada série “Você não sabe? A Defensoria te ensina”, que simplifica questões nas mais diversas áreas do Direito; o projeto Trilhas de Atendimento, que auxilia os integrantes em temas relacionados aos campos de atuação da DPDF; o Banco de Talentos, ferramenta de democratização do acesso às vagas de estágio oferecidas pela instituição, do nível médio à pós-graduação; e o Fala Aí, DPDF, novo canal da defensoria no Spotify.

Para o defensor público-geral, Celestino Chupel, a nova edição do

reafirma o compromisso da Defensoria Pública com a formação de uma população mais informada. “Quando o cidadão entende como funciona o sistema, ele se sente mais preparado para acessar os seus direitos. Essa é uma forma de mostrar que a Justiça também é feita com informação acessível e orientação prática”, ressaltou.

O defensor público e diretor da Easjur/DPDF, Evenin Ávila, destaca que o conhecimento é uma importante ferramenta de transformação social. “A proposta é levar informações didáticas e úteis à população antes que o conflito vire processo. Essa orientação preventiva permite que as pessoas tomem decisões mais seguras, baseadas no diálogo e na cultura da paz, o que ajuda a reduzir o número de judicializações desnecessárias”, explicou.

 

Por Agência Brasília, com informações da DPDF | Edição: Vinicius Nader

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