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Thiago Manzoni e a missão de servir Brasília

Para Thiago Manzoni, continuar na vida pública em Brasília está diretamente ligado ao desejo de servir e de representar uma parcela da população que, segundo ele, durante muito tempo não encontrou espaço para se expressar na política. O parlamentar afirma que sua principal motivação é dar continuidade ao trabalho e seguir defendendo aqueles que se identificam com a direita, o conservadorismo e os valores cristãos.

“A continuidade, poder servir por mais quatro anos à população de Brasília e representar quem é de direita, quem é conservador, quem é cristão e que, durante muito tempo, ficou sem voz na política”, resume Manzoni

Para ele, a confiança do eleitor é construída, sobretudo, pela autenticidade. Manzoni cita Jair Bolsonaro como exemplo de liderança que, em sua avaliação, conquistou o apoio popular justamente por demonstrar aquilo que pensa e defende.

Ao falar sobre sua trajetória política, o deputado não aponta uma decisão específica como a mais importante. Prefere destacar um princípio que, segundo ele, orienta suas escolhas: fazer o que considera correto. “Não existe uma decisão em especial. Existe um conjunto de decisões que sempre tomei buscando ter como fundamento aquilo que é certo. Fazer o certo porque é certo”, afirma.

Longe dos compromissos políticos, o parlamentar revela uma rotina mais reservada. O tempo livre é dedicado à família, à esposa e aos filhos. É nesse ambiente que encontra uma pausa diante da intensidade da vida pública.

Para quem pensa em entrar na política, Manzoni faz um alerta: antes de qualquer decisão, é preciso conversar com a família. Na visão dele, a atividade política exige dedicação e apoio dos familiares. “A política é quase um sacerdócio. Se a família não estiver envolvida, é impossível suportar e permanecer”, afirma.

Outro conselho é escolher com cuidado o grupo político do qual fará parte. Para Manzoni, é fundamental estar ao lado de pessoas que considere decentes e honradas. Ele cita como referência a deputada Bia Kicis e Michelle Bolsonaro, grupo político ao qual afirma ter o privilégio de pertencer. “Acredito que essas duas coisas são muito importantes”, conclui, ao reforçar a importância da família e das companhias escolhidas na construção de uma trajetória pública.

Foto: divulgação