Há lugares que nascem para servir boa comida. Outros vão além: tornam-se pontos de encontro, de conversa, de celebração e de boas histórias. O Meiota Cozinha e Bar chegou ao Gilberto Salomão com essa proposta: resgatar a essência descontraída dos grandes botecos brasileiros, especialmente a boemia carioca, sem abrir mão da excelência gastronômica.
O projeto nasceu do encontro de três desejos. O chef Marcelo Petrarca já sonhava com um restaurante nesse formato; havia a percepção de uma oportunidade para uma operação assim no Gilberto Salomão; e Márcio tinha o desejo de recuperar um pouco da atmosfera de uma época em que o complexo também era sinônimo de bares, festas, encontros e vida social. Dessa combinação surgiu o Meiota.
O próprio nome traduz o espírito da casa. Nascido durante um brainstorming com Alessandra Cavendish, da Avocado, “Meiota” começou como uma brincadeira e rapidamente conquistou os sócios. A expressão tem cara de boteco, é leve, brasileira e bem-humorada. E ganhou ainda uma coincidência perfeita: o restaurante está literalmente na “meiota” do Gilberto Salomão, entre as lojas e a movimentação do espaço.
Na cozinha, a proposta é descomplicar sem abrir mão da qualidade. O cardápio reúne pratos afetivos, espetinhos, sanduíches no pão francês, comida com sabor de casa e receitas que fazem parte da memória afetiva dos brasileiros. A diferença está na execução cuidadosa, comandada pelo olhar do chef Marcelo Petrarca.
O filé à parmegiana já se tornou um dos grandes sucessos da casa, assim como os espetinhos, os sanduíches e a picanha fatiada com arroz de brócolis. No almoço, os pratos do dia e o tradicional PF reforçam a ideia de comida bem servida, saborosa e com ótimo custo-benefício. E, para acompanhar, o chope extremamente gelado é praticamente um personagem à parte. Entre os drinks, Aperol, caipirinhas e o famoso Cosmopolitan também conquistam os frequentadores. Para finalizar, mousse de limão e pudim completam a experiência.
Mais do que oferecer uma refeição, o Meiota aposta na experiência de estar à mesa. O ambiente foi pensado para ser aberto, vivo e descontraído, com boa música brasileira, pagode e espaço para encontros que podem começar com um almoço rápido e terminar horas depois entre amigos. O projeto dos arquitetos Rosa Marinari e Orestes Blanco traduz essa personalidade sem excessos de formalidade.
O sucesso desde a abertura surpreendeu até os próprios sócios. A resposta do público exigiu ajustes rápidos na equipe, na cozinha, no atendimento e no fluxo da operação. O desafio, porém, trouxe uma das maiores conquistas: transformar rapidamente o Meiota em parte da rotina dos brasilienses.
Em uma cidade marcada pela mistura de sotaques, histórias e culturas, a identidade brasileira do Meiota encontra terreno fértil. É uma casa inspirada na boemia carioca, mas que conversa com a diversidade de Brasília e com o desejo universal de comer bem, beber bem e estar perto de quem se gosta.
O próximo passo é crescer com responsabilidade, preservando aquilo que fez a casa conquistar o público: qualidade, simplicidade, bom atendimento e personalidade. Afinal, o Meiota não nasceu apenas para ser um lugar para ir. Nasceu para ser um lugar para voltar.
Foto: divulgação



